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Revista Luz & Cena
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Quebrando Tabus - Equipamento Nacional
Conversando com Márcio Baggio, da Green Box Pro Audio
Rodrigo de Castro Lopes
Publicado em 20/12/2016 - 15h11
Divulgação
Analog Adder, da Green Box (Divulgação)
Analog Adder, da Green Box
Márcio Baggio, proprietário e técnico da Green Box Pro Audio, uma pequena empresa fundada em dezembro de 2015 e com base em Presidente Getúlio, Santa Catarina, é o primeiro entrevistado da nossa série Quebrando Tabus - Equipamento Nacional, que pretende apresentar a você um pouco de um universo tão próximo quanto desconhecido pela maioria dos brasileiros entusiastas do áudio profissional.

Nessa conversa inaugural, muitos detalhes sobre os equipamentos da companhia. Mas, antes, deixemos o entrevistado se apresentar...

Rodrigo de Castro Lopes: Qual é o seu nome? Nos introduza à Green Box Pro Audio.

Márcio Baggio: Sou Márcio Baggio, da Green Box Pro Audio. A empresa, além de ter uma linha própria de equipamentos, também faz modificações, upgrades, em equipamentos já existentes no mercado, como interfaces, compressores, preamps, conversores etc.

O que podemos esperar dos equipamentos da Green Box?

A Green Box atualmente tem uma linha de equipamentos chamada Gold Boutique. Nessa linha, nós fazemos os equipamentos com ligações no fio "ponto a ponto". Só utilizamos placa de circuito para fixar componentes como resistores, capacitores e transistores. No demais, todas as ligações entre chaves, terminais e conectores, são feitas, como mencionamos, no fio "ponto a ponto".

Nesta linha Gold Boutique disponibilizamos 15 equipamentos diferentes, entre preamps, exciters, equalizadores, compressores e direct box. Para até metade de 2017 estaremos lançando mais duas linhas: Pure Sound e Diamond Series.

A Pure Sound é uma linha de montagem mais rápida, em que poucas ligações são feitas com fio "ponto a ponto". A qualidade final do equipamento é praticamente a mesma, mas dessa forma reduz em muito a mão de obra, e então podemos vender equipamentos com valor mais acessível. Porém, a Pure Sound será uma linha somente de prés-amplificadores.

A Diamond Series, teoricamente, é nossa melhor linha de equipamentos. Além de ter todas as ligações feitas com fio "ponto a ponto", também é uma linha de equipamentos que apresenta VU meters analógicos. Nesta linha teremos dois preamps (um de um canal e outro de dois canais), um exciter classe A (All Discrete) e um equalizador estéreo para masterização e também para ser usado em outras finalidades.

Fire Horse

Vimos que a Green Box utiliza transformadores de áudio em todos seus equipamentos. Vocês usam transformadores de que marca? Importam? Pode nos falar mais sobre eles? Alguma especificação técnica que você queira destacar?

Esse é um assunto interessante! Muito se fala de transformadores de áudio, mas pouco se sabe sobre eles aqui no Brasil. Antes mesmo de lançarmos a Green Box no mercado, já tínhamos feito vários testes a respeito dos transformadores de áudio ou transformadores de isolação. Tenho aqui no meu laboratório de eletrônica vários modelos importados e até alguns modelos nacionais antigos. Fiz várias amostras de áudio com transformadores importados, sendo que todos eles se comportaram muito bem. Mas, consequentemente, se torna muito caro importar transformadores, e isso iria encarecer muito o preço final do equipamento.

Além disso, em alguns casos (dependendo do transformador) eu sentia pouca mudança sonora (para melhor) quando o transformador era inserido no circuito. Em outros casos, com outros transformadores, a diferença era mais notável, e em outros casos nem diferença apresentava. Embora a engenharia e muitos técnicos de áudio digam que "um bom transformador é aquele que atua linearmente, que não muda o sinal", eu discordo disso. Um componente tem que fazer alguma mudança sonora (seja de timbre ou, pelo menos, de ganho) - caso contrário, ele estaria no circuito somente para tomar espaço.

Então, com minha experiência em eletrônica e como no áudio nada tem regra (desde que funcione corretamente), comecei a enrolar transformadores sozinho, testando várias possibilidades, usando materiais diferentes, impedâncias alternadas e tudo mais. Depois de alguns meses, consegui desenvolver quatro transformadores de áudio com resultados superiores a tantos outros importados que eu tinha em teste anteriormente. O resultado foi tão bom e tão bem recebido pelos clientes, que semanas depois tínhamos fechado contrato com duas empresas aqui do Sul, que começaram a confeccionar os transformadores que eu projetei. Atualmente, estas empresas fornecem os transformadores exclusivamente para a Green Box, e somos a única empresa de áudio nacional que fabrica e desenvolve seus próprios transformadores de áudio.

Então, quer dizer que a Green Box não utiliza transformadores de outras marcas?

Na verdade, estamos fechando uma parceria com a Lynx Audio, que também fabrica excelentes transformadores, com outras configurações que estamos necessitando, e possivelmente na linha Diamond Series usaremos alguns dos seus, mas não deixaremos de utilizar nossos próprios, pois muitos destes equipamentos contam com dois ou mais transformadores diferentes, selecionáveis por um chave frontal no equipamento.

E como é a parte interna dos equipamentos da Green Box? Poderia nos falar mais sobre a montagem?

Tem uma coisa bem interessante na parte de montagem e de fixação das peças dos nossos equipamentos. Nós desenvolvemos uma bandeja de metal interna que é fixada somente com um parafuso em cada lateral do equipamento. São fixados nessa bandeja todos os componentes, placas, transformadores e demais peças. Desta forma, a parte de baixo do equipamento (chassi) fica livre de qualquer furação ou parafuso, dando um visual externo clean e superbacana ao equipamento.

Hot Ice

Márcio, podemos agora deixar um pouco de lado a Green Box e falar mais sobre você? Poderia nos contar sobre sua experiência em eletrônica e também como músico?

Claro, podemos! Eu tenho 37 anos e sou músico desde os 14 anos, idade com a qual eu já tocava em bandas de baile, como chamamos aqui no Sul. Enfim, com 14 anos eu já caí na estrada para aos poucos tentar viver da música. Após alguns anos, formei bandas de rock e toquei junto delas. Em 2013 gravei meu primeiro álbum solo, que leva o nome "Sonho e Surf". Este álbum foi gravado em meu estúdio e conta com a participação de músicos que tocaram comigo em bandas anteriores. Em 2015 gravei um álbum (ainda em carreira solo) ao vivo no formato acústico, e nele estou acompanhado de minha banda. A previsão é lançar este álbum ainda no primeiro semestre de 2017. No mais, toco guitarra, violão, viola caipira, bandolim, harmônica, entre outros instrumentos, e também sou vocalista.

Na eletrônica, ingressei em 1999, quando tinha 19 anos. Comecei estudando eletrônica na área automotiva, e em alguns meses já estava trabalhando nesta mesma área. Atuei na eletrônica automotiva por quase 12 anos. Logo depois comecei a trabalhar com eletrônica geral, e, consequentemente, me especializei como técnico em eletrônica de áudio.

Conheço muitos técnicos melhores que engenheiros, e também muitos engenheiros melhores que técnicos. Então, isso quer dizer que vai depender muito de como cada profissional trabalha e de como cada profissional vai aplicar seu conhecimento em uma certa área.

Digo com o maior orgulho: sou técnico em eletrônica, e meus equipamentos de áudio são excelentes. Mais que excelentes! (risos).

Meow

Voltando a falar da Green Box, poderia nos dizer se há algum artista ou produtor de renome nacional que utiliza seus equipamentos?

Atualmente, o Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii) utiliza em seu set um DI/Pre de dois canais que desenvolvi. Esse equipamento se chama Dragon-Fly e tem inúmeras funcionalidades. Está disponível para venda em nosso site.

O Alexandre Alves (mais conhecido como Master), que é técnico de som do Humberto Gessinger, também usa um de nossos equipamentos. O Master atualmente está usando um pré-amplificador de dois canais com transformadores de saída de alto nível harmônico. Ainda tenho alguns equipamentos para finalizar e entregar para outros produtores muito conhecidos. Um caso desses é o Ricardo Vidal, que é técnico de som dO Rappa.

Na área do sertanejo, tem o Ivan Miyazato, que é um produtor musical que vem se destacando muito. O Ivan utiliza um exciter totalmente passivo que desenvolvi, chamado Master Box. Ele ainda encomendou mais dois equipamentos (um equalizador estéreo e um summing mixer de oito canais), que eu devo finalizar no início de 2017.

O Roberto Oliveira é outro grande produtor que vem crescendo muito. Ele já está com um summing ativo da Green Box lá no estúdio dele. Esse summing é bem bacana. Tem equalizador de três bandas por canal mais equalizador no canal master. Também é equipado com oito transformadores de entrada e mais dois de saída. O Roberto também já encomendou mais um pré de dois canais e mais dois prés com oito canais cada, específicos para bateria. Há ainda vários outros produtores e técnicos que já possuem os equipamentos e as modificações da Green Box Pro Audio.

Sexciter

Pois, então, nos fale mais sobre as modificações/upgrades...

Faz mais ou menos cinco anos que eu comecei a modificar equipamentos que eu já tinha em meu estúdio. Comecei a estudar as possíveis melhorias para certos equipamentos. Isso é muito comum em outros países, principalmente nos Estados Unidos. Enfim, comecei a fazer essas modificações em meus equipamentos. Percebi que tudo era possível melhorar ou pelo menos tornar diferente. Comecei modificando o compressor Art Pro Vla II, que é muito bacana mesmo em sua versão original. Mas percebi que ele pecava em algumas situações. Eu tinha dois deles em meu estúdio. Comecei a fazer os upgrades em um deles. Adicionei melhores capacitores, modifiquei o circuito, desacoplei algumas partes do circuito, acrescentei transformadores de áudio nas entradas e saídas, melhorei as válvulas, modifiquei a forma das válvulas atuarem etc.

Quando comparei esse compressor modificado ao meu outro original, caí de costas! (risos). A diferença foi positivamente brutal! Foi nessa hora em que percebi quanto poderia realmente melhorar um equipamento. Hoje, o Pro Vla II é a cereja do bolo das nossas modificações. Dispomos de três modificações diferentes para este compressor. Para resumir um pouco da história, semanas depois eu já estava modificando minhas interfaces, conversor, preamps etc. Inclusive, tenho até hoje em meu estúdio uma M-Audio Profire 2626 toda modificada, e vai ficar sempre no estúdio. Não vendo por nada! Após ser modificada, ela se comporta igual ou até melhor do que interfaces que custam até cinco vezes ou mais o valor dela.

Começamos a vender as modificações no início de 2015 (antes mesmo de começarmos a divulgar a Green Box), e hoje temos uma lista com mais de 120 clientes que fizeram a modificação de seus equipamentos conosco. Modéstia à parte, não teve um cliente que não achou fantástico. Todos ficam muito satisfeitos com o resultado, com o antes/depois. Atualmente disponibilizamos mais de 30 modificações em diferentes equipamentos. Todas elas estão disponíveis em nosso site.

Ouvimos dizer que a Green Box optou por não fazer equipamentos valvulados. Isso é verdade? A Green Box em algum quesito não gosta de válvulas?

Realmente optamos por não fazer equipamentos valvulados. Não se trata de não gostarmos desse tipo de equipamento. Pelo contrário. Gostamos muito do timbre que uma válvula pode proporcionar. Porém, optamos por não diversificar dessa forma nossos equipamentos. Queríamos algo mais singular, em que equipamentos em grande escala não eram produzidos. Se você olhar para o mercado mundial, praticamente todas as marcas, sejam elas as mais famosas ou as não tão famosas, lançam algum equipamento valvulado. Nós não queríamos isso. Queríamos equipamentos diferenciados que pudessem proporcionar sonoridades ímpares.

Foi aí que entrou a história dos transformadores de áudio que eu falei anteriormente. Logo que os nossos transformadores deram excelentes resultados, tivemos certeza absoluta de onde nós iríamos nos focar. Então resolvemos fazer equipamentos Classe A, totalmente discretos, e também alguns equipamentos com circuitos integrados, mas com a condição de que todos eles fossem equipados com transformadores de áudio e componentes de primeira linha. Por decorrência desse conjunto de consequências, resolvemos optar por não fazer nenhum equipamento valvulado, regra também aplicada por diversas grandes marcas mundiais.

Você falou da modificação do compressor Art Pro Vla II. Vimos no site da Green Box que esse compressor é vendido novo por vocês, já com a modificação inserida.

É isso mesmo! Nós já estamos disponibilizando esse compressor novo, e ele já chega até o cliente com a modificação. No site é possível ver que temos duas categorias diferentes para ele, que chamamos de K10 Modified e K20 Modified. São duas versões diferentes, sendo que o cliente compra o compressor novo diretamente na Green Box e o equipamento já vai modificado, rodando 100% assinado pela Green Box.

Também estamos disponibilizando esse mesmo tipo de serviço no preamp Art Pro MPA II. O cliente já pode comprá-lo novo com a Green Box, com as modificações inseridas. Vale lembrar que também modificamos esse mesmo compressor e esse preamp de clientes que já os possuem. Basta nos enviar o equipamento e optar por uma modificação. Também é importante destacar que o Art Pro Vla II e o Art MPA II são os dois únicos equipamentos novos que a Green Box já vende modificados. Demais equipamentos, como outros preamps, interfaces, conversores e outros compressores nós apenas fazemos a modificação quando o cliente já possui o equipamento.

Como tem sido a resposta do mercado?

A curto prazo a resposta do mercado tem sido boa. Porém, sempre tem aquela parcela que acha que as coisas feitas no Brasil não são tão boas quanto as feitas em outros países. Definitivamente, a meu ver, não é assim. Tanto aqui no Brasil quanto em outros países há produtos de alta qualidade e de baixa qualidade. O que eu posso dizer é sobre a Green Box, que com certeza se encaixa na categoria "alta qualidade".

Estamos procurando expandir a Green Box de várias formas. Possuímos um site muito completo e altamente explicativo, onde o cliente amigo pode saber tudo sobre o produto, ver vídeos, fotos e ainda ouvir áudios comparativos. Além disso tudo, o cliente pode fazer a compra do equipamento diretamente pelo site ou entrando em contato conosco. Estamos esperançosos de que em breve iremos expandir muito nossa marca no mercado.

Há algum conceito especial que te inspira no design/projeto?

Particularmente, gosto muito dos equipamentos API e também dos Neve. Foi esse também um dos motivos que nos levou a optar por não usar válvulas nos nossos equipamentos. Então, na sonoridade, muitos dos equipamentos Green Box se assemelham aos dessas duas marcas. A parte de design eu desenvolvi sozinho, e tem duas empresas que nos fornecem os chassis de rack e as legendas dos equipamentos. Eu desenvolvo tudo e mando para eles executarem.

Não me inspirei em nenhuma marca para o design externo dos equipamentos. A única coisa que eu tinha em mente era passar um design encorpado e agressivo, tanto que optei por colocar chaves grandes de alta resistência nas funções de phantom, pad, phase etc.

Snow Cat

Onde você consegue os componentes ou peças para construir seus equipamentos?

Os transformadores de áudio que desenvolvi, atualmente duas empresas do Sul estão fornecendo para a Green Box. Eles fazem exatamente nas configurações e especificações propostas. Sobre outra parte de componentes (capacitores, resistores, transistores etc.), temos alguns distribuidores aqui do Brasil que nos fornecem.

Muitos componentes nós mesmos importamos, dependendo da qualidade e disponibilidade. O chassi de rack também é feito por uma empresa aqui do Sul, que vem nos fornecendo desde o início da Green Box. A pintura de cada equipamento é feita aqui em nossa cidade mesmo. Optamos por usar um tipo de tinta de maior resistência. Tem uma empresa daqui que cria as cores que pedimos e uma outra empresa que faz o processo de pintura.

As legendas dos equipamentos são impressas em uma empresa também aqui de nossa cidade. Optamos por fazer aqui, pois o processo se torna mais fácil. Os transformadores de força também conseguimos aqui no Brasil. Quando se trata de transformador convencional, tradicional, há várias empresas que podem nos fornecer. Quando se trata de transformador toroidal, temos um parceiro que é fornecedor exclusivo. As placas de circuito também são feitas aqui no Brasil.

Qual é a maior dificuldade que você encontra no processo de fabricação e venda?

No início, uma grande dificuldade foi encontrar uma empresa brasileira que pudesse nos fornecer os chassis de rack exatamente do jeito que queríamos para montar os equipamentos. Mas, depois de algum tempo de procura, conseguimos encontrar uma companhia que nos ajudou a fazer do jeito que desejávamos e precisávamos. Ao longo do caminho sempre aparecem algumas dificuldades, sejam elas de fabricação ou de venda, mas, com o aprendizado, certos problemas começam a ser resolvidos com mais facilidade.

Como as pessoas podem adquirir um equipamento Green Box?

Através do nosso site [www.greenboxproaudio.com.br] ou entrando em contato conosco via Facebook [www.facebook.com/greenboxproaudio], e-mail [contato@greenboxproaudio.com.br] ou telefone. Todos os nossos equipamentos são feitos por encomenda, e, dependendo do produto, pode levar de 20 a 45 dias para ficar pronto. Vez ou outra temos alguns equipamentos para pronta entrega, mas como são handmade, sempre pedimos esse prazo que citei.

Há algo que você gostaria de dizer para outras pessoas que também desenvolvem produtos profissionais no Brasil?

Eu desejo sorte e muito sucesso a todos nós que estamos envolvidos nesse meio. Espero que todas as pessoas e empresas que desenvolvem equipamentos sejam transparentes como a Green Box procura ser com seus clientes. Também espero que cada um saiba usar sua fatia de mercado honestamente, pois temos um mercado muito grande, onde todos podem mostrar suas ideias. Temos que pensar que somos todos parceiros, e que estamos remando o mesmo barco.

Gostaria de deixar alguma mensagem para seus atuais e futuros clientes?

Quero agradecer demais a todos que já confiaram em nossos serviços e a todos que já adquiriram os equipamentos da Green Box. Me sinto muito feliz em saber que tem muita gente boa aqui no Brasil envolvida com produção musical. Em pouco tempo não conquistei clientes, mas sim muitos amigos. Implantar uma marca de áudio não é nada fácil e exige muito empenho, então a ajuda de todos é muito importante nessa hora.

Aos amigos que ainda não conhecem ou ainda não tiveram a oportunidade de ter um equipamento ou uma modificação da Green Box, o que posso dizer é que eu ofereço um produto de alta qualidade e muita transparência em todas as negociações. Espero que todos tenham muito sucesso, e que a música de boa qualidade cresça cada vez mais no Brasil e em todas as partes do mundo. Assim como muitos de vocês, eu e a Green Box respiramos música a cada instante.

Muito obrigado também à AM&T pela oportunidade e pela seriedade. É muito importante e muito prazeroso poder falar um pouco mais da Green Box para vocês e para todos os seus leitores. Nós sabemos quão grande é a importância da Áudio Música & Tecnologia. Muitíssimo obrigado!
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